Base de Ibaneis quer aumento salarial para outras categorias também

20 de February, 2019 - 8:55 Atualizado em 20/02/2019 08:55

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Claudio Abrantes, líder do governo na Casa, entre os colegas: comemoração e explicação – Foto: Ísis Dantas

A base do governador Ibaneis Rocha (MDB) é elástica, como foi por muito tempo a de Rodrigo Rollemberg (PSB) na Câmara Legislativa, que teve de negociar sempre que um projeto importante fosse encaminhado à Casa. Entre os aliados do emedebista, há uma reclamação recorrente, de que acordos feitos por terceiros em nome do governador-advogado não têm sido cumpridos e de que o diálogo com o chefe do Executivo não tem sido recorrente – e as esperas, longas. Nesta terça-feira (19), a sessão na Casa foi pautada pela reclamação de diversos aliados – a tão esperada paridade salarial da Polícia Civil, por exemplo, causou mais reivindicações na tribuna.

Hermeto (PHS), que usou a tribuna para anunciar que vai se filiar ao MDB, disse que só aceitou o convite do governador porque ele prometeu que a Polícia Militar, de onde ele veio, também seria contemplada com reajuste salarial.

Reginaldo Sardinha (Avante) criticou que a recomposição salarial seja parcelada, já que Ibaneis prometeu conceder a paridade à Polícia Civil já nos primeiros dias de governo. Ele chamou a proposta de “ridícula” e disse que ela já havia sido “descartada” durante o governo Rollemberg.

Roosevelt Vilela (PSB), Jorge Vianna (Podemos) e João Cardoso (Avante), respectivamente, pediram o mesmo tratamento para os bombeiros militares, servidores da área da saúde e outras categorias.

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