Léo Bijos: “O PDT é um só e é base do governo”

26 de March, 2019 - 12:37 Atualizado em 26/03/2019 12:37

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Em entrevista ao “Poder Ao Vivo”, secretário de Juventude diz que a palavra final é do presidente do partido

 

Léo Bijos: “É na divergência que a gente acha o caminho do diálogo”

“O PDT é um só; é o Partido Democrático Trabalhista; o partido do Brizola e do Darcy Ribeiro; tem um presidente, que é o Doutor Georges Michel Sobrinho, e a palavra final é do presidente: o PDT é base do governo (Ibaneis Rocha)”, disparou o secretário de Juventude do DF, Léo Bijos, em entrevista ao Poder no Quadrado Ao Vivo, ao responder se a legenda está mesmo entre os aliados do governador.

Na entrevista, que foi ao ar pelo YouTube e pelo Facebook, nesta segunda-feira (25), Bijos contou sobre as ações já realizadas e as planejadas para a pasta, mas foi sobre as questões relacionadas ao partido que os leitores mais perguntaram.

O fato de o PDT ter espaço no primeiro escalão, ser a sigla do líder do governo na Câmara Legislativa, Claudio Abrantes, e, ainda assim, ter um deputado na independência – e bem crítico – ao governo, não causaria mal estar, conforme ele disse. “Reginaldo Veras tem postura de independência e isso é super saudável para a política. Porque, na divergência, a gente acha o caminho de diálogo. Ele está no papel dele, de parlamentar. Se se tem uma qualidade que o Ibaneis tem é saber ouvir. Eu não sou obrigado a concordar com tudo o que o governo diz”, disse.

Questionado se valia a pena assumir o cargo em uma pasta sem estrutura de pessoal e orçamento, valia a pena, Bijos foi taxativo: “Não aceitei ser secretário pelo status. E o PDT não troca apoio por cargos. O PDT é muito firme nas posições. Eu não estou preocupado com orçamento e pessoal, eu quero fazer alguma coisa pela minha cidade. Ele (governador Ibaneis Rocha) me deu oportunidade e eu vou fazer.”

Na conversa, que é possível assistir na íntegra a seguir, Bijos ensaiou até um elogio a Rodrigo Rollemberg, a quem ele chamou de “governador razoável”, apesar de “péssimo político”.

Assista à entrevista completa: 

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