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Em entrevista ao “Poder no Quadrado Ao Vivo”, presidente do Sindireta reclama da falta de diálogo do governo com os servidores públicos

 

Ibrahim quer que o governo informe uma data para o pagamento da terceira parcela do reajuste

Ao reivindicar o anúncio de uma data para pagamento da terceira parcela dos reajustes dos servidores públicos, aprovada ainda no governo Agnelo Queiroz, Ibrahim Yusef, que é presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas do Distrito Federal (Sindireta-DF), diz que os servidores públicos se sentem traídos pelo governador Ibaneis Rocha. “Em vez de um enfrentamento, é melhor dialogar. O servidor está cobrando uma data, um dia para pagar (a terceira parcela do reajuste dos servidores)”, disse, em entrevista ao Poder no Quadrado Ao Vivo, na noite desta segunda-feira (10)

“O governo está muito tímido no diálogo com os servidores”, diz o sindicalista, ao reivindicar contato com o governo: “Temos muito a colaborar e esperamos que mude esse cenário, que o servidor possa participar mais”, .

Perguntado se ele acha que o servidor foi enganado por Ibaneis, ele é cuidadoso na fala, mas deixa claro que a situação atual não é confortável para as 17 carreiras que o sindicato representa. “É muito cedo para ter esse posicionamento, mas, quando o governo se comprometeu com o sindicato, ele gerou uma expectativa no servidor e não temos nenhuma data (para pagamento do reajuste). E ele disse que este seria o primeiro ato do novo governo”, afirma, ao destacar que Ibaneis assinou um compromisso com uma extensa pauta do Sindireta, que contém 20 itens. Entre eles, o pagamento da terceira parcela do aumento, plano de saúde para servidores e realização de concurso público.

Sobre a ameaça do governo de retirar a licença-prêmio dos servidores, Yusef conta que as categorias vão “resistir até o final”. “Ibaneis disse, na campanha, que não retiraria direitos. Esperamos que o governador recue dessa proposta”, explica.

Assista ao vídeo completo da entrevista:

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