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Governador dá ordem para tirar obras do papel e mostrar à população que o governo está em ação

 

Ibaneis Rocha diz que o DF já tem alocados R$ 520 mil para obras, mas pretende dobrar este va Foto: Renato Alves / Agência Brasília

Nos últimos dias,  reparou que Brasília está repleta de cavaletes anunciando obras e até com mensagens de desculpas pelos transtornos? O governador Ibaneis Rocha recomendou que coloquem as máquinas nas ruas de todas as regiões administrativas, para que o cidadão tenha a sensação de que o governo está trabalhando. Bem ao estilo do ex-governador José Roberto Arruda, que ficou conhecido também pelas obras que fez em Brasília. “Primeiro, estávamos conhecendo a casa e reestruturando. Agora, no segundo semestre, esperamos começar um ciclo de muitas obras”, disse o governador nesta quarta-feira (10).

Até agora, o governo diz que tem R$ 520 milhões alocados para obras e pretende dobrar o valor, “para chegar elo menos a R$ 1 bilhão”. A chegada de José Humberto Pires ao primeiro escalão, como secretário de governo, foi o primeiro sinal que Ibaneis deu de que quer colocar as máquinas na rua. Conhecido como “tocador de obras”, Zé Humberto ocupou exatamente o mesmo cargo na gestão do ex-governador. É ele, tido como bom aluno na escola Arruda, quem coordena o programa GDF Presente, que sucedeu o SOS DF.

Quem está observando mais atentamente os passos do governador aposta que a ida de Zé Humberto para a pasta é a tentativa de melhorar a imagem do governo e o time sem trocar os jogadores, já que ele já estava na equipe de governo, antes de assumir a pasta.

Zé Humberto confirma que o governador recomendou tirar do papel as obras, buscar recursos e realizar o que tem projeto. “É preciso dar condição para ser licitado e que possa acontecer o mais rápido possível, para que Brasília possa ter mais emprego e renda”, explica.

Pólos

Com a implementação do GDF Presente, o Distrito Federal foi dividido em sete pólos, que devem ser completamente implementados ainda nesta semana. A ideia é ter máquinas e homens em todas as regiões administrativas, de prontidão para reparos imediatos. Cada pólo cuidará de duas, três ou quatro regiões, a depender do tamanho delas.

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