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Criação da RA de Arniqueira pode trazer mudanças significativas na Casa: sai Telma, volta Fernandes? E Daniel de Castro, volta para Vicente Pires?

 

Telma Rufino foi a grande idealizadora da criação da Região Administrativa e pode assumir o comando – Foto: Reprodução/Facebook

Com a criação da Região Administrativa de Arniqueira, há previsão de mudanças na composição da Câmara Legislativa. Idealizadora da formalização da RA e provável titular do cargo número 1, Telma Rufino (Pros) já poderia devolver o mandato para o Delegado Fernando Fernandes (Pros), que está no comando de Ceilândia desde o início da legislatura. Pastor Daniel de Castro é outro que conta os dias para voltar para Vicente Pires e pode dar lugar ao Pepa (PSC), o segundo suplente de Iolando (PSC), que está no primeiro escalão.

Já está definida a poligonal e oficialmente criada a Região Administrativa de Arniqueira. O Governo do DF publicou uma edição suplementar do Diário Oficial do DF nesta terça-feira (1°) com a estrutura. Telma Rufino é cotadíssima para assumir o posto. Respira aliviada a suplente do Delegado Fernando Fernandes, que já marcou data para voltar à Casa: novembro.

Ainda há de se estruturar a nova administração, para que ela se torne destino interessante. Assim como a Secretaria da Pessoa com Deficiência, que, por enquanto, só tem o secretário Iolando nomeado. Até lá, Daniel de Castro ocupa o mandato. Mas quer mesmo é voltar para entregar as obras de Vicente Pires. “Preciso que Iolando se sinta bem na secretaria. Ele ficando mais tempo lá, vou decidir com o governador se volto ou não. O governador quer que eu toque as obras e eu queria muito ser o gestor desse tempo de entrega”, confessa.

Se Daniel de Castro voltar ao posto número 1 de Vicente Pires e Iolando firmar na secretaria, quem assume o mandato é o segundo suplente do PSC, Pepa.

Lá em Ceilândia, onde o segundo deputado distrital mais bem votado do DF assumiu a administração, o segundo suplente do Pros pode ficar no lugar de Fernando Fernandes, em duas situações: ou no comando da administração, como se cogita nos bastidores; ou no gabinete número 8, caso Fernandes opte por permanecer no Executivo.

Ele tem dito, oficialmente, que pretende voltar à Casa ainda em novembro, porque gostaria de participar da votação da Lei Orçamentária. Mas tem sido atraído pelas especificidades do cargo. No Palácio do Buriti, dizem que a opção está nas mãos dele. É ele quem tem que decidir se fica com a massa de eleitores como Executivo ou vai para o Legislativo, arriscando a deixar o maior eleitorado do DF na mão de outro – neste caso, o Guarda Janio, próximo na linha sucessória do mandato, caso Telma Rufino vá mesmo para Arniqueira.

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