Reunião da CPI do Feminicídio tem sessão secreta com secretário de Segurança Pública

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Anderson Torres foi ouvido a portas fechadas na terceira reunião do colegiado  -Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Nem a TV Câmara Legislativa transmitiu a reunião da CPI do Feminicídio, nesta segunda-feira (25), quando o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, foi ouvido pelos deputados distritais, na Câmara Legislativa.

No início do terceiro encontro, o presidente em exercício do colegiado, deputado distrital Claudio Abrantes (PDT), avisou que o encontro seria fechado, por tratar-se de uma pasta “sensível” e que poderia ter informações sigilosas. Ficaram na sala apenas os deputados, dois assessores de cada gabinete e os assessores que trabalham na comissão.

Foi o próprio secretário que se ofereceu para contribuir com a comissão, avisou Abrantes. E também ele quem pediu que a imprensa não participasse da reunião e que também não houvesse transmissão.

Quem também apareceu na reunião foi o deputado distrital Fernando Fernandes (Pros), que assumiu há pouco o mandato e tem interesse em ocupar o lugar da antecessora dele, Telma Rufino, que presidia o colegiado. Claudio Abrantes avisou também, no início da reunião, que não havia definição sobre a substituição da parlamentar.



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