Governo começa a pagar R$ 408, do Renda Emergencial, na segunda-feira. Saiba como receber

Beneficiários também do programa Prato Cheio, cujos nomes começam com as letras A, B e C, podem retirar o cartão já no dia 25. Distribuição deve ser concluída no dia 29 de maio

 

Foto: Reprodução / Agência Brasília

Depois de lançar o Programa Renda Mínima Temporária, que oferece um auxílio emergencial de R$ 408 a famílias de baixa renda que não tiveram acesso ao auxílio emergencial (coronavoucher) de R$ 600, o Governo do DF começa a entregar os cartões dos programas Renda Emergencial e Prato Cheio já na segunda-feira (25).

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Para receber os cartões, os beneficiários terão de ir até a agência ou ao posto de mobilidade indicado na finalização do cadastro, que é feito pelo site rendaemergencial.brb.com.br.  Primeiro, receberão os beneficiários com iniciais dos nomes de letras A, B e C, que poderão retirar o cartão pré-pago na segunda, dia 25.

Já os beneficiários com nomes iniciados pelas letras D, E, F, G e H terão os recursos disponíveis na terça, dia 26. Quarta, dia 27, é a vez dos usuários com as letras I, J, K e L. Beneficiários com nomes iniciais em M, N e O recebem dia 28, quinta. Na sexta, dia 29, é a vez dos que têm nome iniciado com P, Q, R, S, T, U, V, W, X, Y e Z.

Nas contas do governo, o acesso aos dois benefícios – Renda Emergencial e Prato Cheio – ultrapassou o índice de 1,2 milhão, nesta terça-feira (19). Até o meio-dia, 5.917 pessoas já haviam confirmado cadastro para receber os benefícios entre os dias 25 e 29 de maio.

Quem tem direito

O governo esclarece que, para ter acesso ao Renda Emergencial, os beneficiários não podem participar dos Programas Bolsa Família, DF Sem Miséria, Bolsa Alfa, BPC e Auxílio Emergencial do Governo Federal (coronavoucher).

Quando a pessoa que faz inscrição coloca o CPF, o sistema de cadastramento da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) cruza as informações e já informa se ela tem direito ou não.

Como é destinado a pessoas de extrema vulnerabilidade social, espera-se que a pessoa que pleiteia o benefício já tenha sido mapeado em alguma oportunidade pelas unidades de Assistência Social, como os Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).

Levantamento feito pela Sedes aponta que Samambaia, Ceilândia e Planaltina são as regiões administrativas com o maior número de mapeados, com 3.153 (Samambaia), 3.019 (Ceilândia) e 2.341 (Planaltina) pessoas em situação de pobreza ou extrema pobreza.

Millena Lopes



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