Alberto Fraga (DEM)

Nome completo: João Alberto Fraga Silva

Naturalidade: Estância (SE)

Profissão: Coronel da Polícia Militar

Telefones: (61) 3215-5511 / 2511

E-mail: dep.albertofraga@camara.leg.br

Site: http://deputadofraga.com.br/

Deputado federal mais bem votado em 2014, Alberto Fraga angariou 155.056 votos na eleição. Conhecido pelo perfil combativo e, por vezes, até polêmico, o coronel da Polícia Militar faz parte da famigerada bancada da bala na Câmara dos Deputados. É autor de 15 leis, entre as quais está a que tipifica o crime de sequestro relâmpago, a que garante a licença maternidade da mãe adotiva e a que torna crime hediondo o assassinato e a lesão corporal praticados contra policiais e bombeiros militares no exercício da função.

Entusiasta da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, Fraga foi um dos responsáveis pela aprovação do projeto na Câmara dos Deputados. Defensor do governo Michel Temer na Casa, ele votou a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff, a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos e a favor da Reforma Trabalhista. Em 2017, foi favorável ao arquivamento da denúncia de corrupção passiva contra Temer.

Eleito para o primeiro mandato em 1998, quando ficou como suplente, mas logo assumiu, agora ele está na quarta passagem pelo Congresso Nacional. Na biografia dele, também conta que foi durante o período em que foi secretário de Transportes no DF que o Passe Livre Estudantil foi implementado na capital federal.


 

Processos

Com condenação até em segunda instância, Fraga responde a pelo menos quatro ações penais no Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes de concussão (exigir vantagem indevida), peculato, falsidade ideológica e crimes contra o sistema nacional de armas, a fé pública e a administração em geral.

A prova que embasa um deles é uma gravação em que ele apareceria discutindo o pagamento de propina, quando era secretário de Transportes do DF, na gestão do ex-governador José Roberto Arruda. Trata-se de uma conversa do então secretário com representantes de cooperativas de micro-ônibus, questionando o que seria o valor da propina paga por cooperativas no processo de substituição das vans por micro-ônibus. Ele nega as acusações e argumenta que, em vez de receber propina, ele prevaricou no episódio.

Porte ilegal de armas e de munições de uso restrito foi o crime que levou o parlamentar que preside o DEM no DF a ser condenado em segunda instância no Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Ele recorreu e o caso tramita agora também no Supremo, depois que ele virou parlamentar. A investigação foi aberta após a Polícia Federal encontrar, em um apartamento dele, um revólver calibre 357 Magnum, de uso restrito das Forças Armadas, seis projéteis para a arma e mais 283 munições de uso restrito.

 

Acompanhe os processos:

8621426-66.2015.1.00.0000

0001360-56.2015.1.00.0000

8621711-59.2015.1.00.0000

8621730-65.2015.1.00.0000