Rodrigo Rollemberg (PSB)

Nome completo: Rodrigo Sobral Rollemberg

Naturalidade: Brasília (DF)

Profissão: Servidor Público

 

Vice: Eduardo Brandão (PV)

Coligação: Brasília de Mãos Limpas (PSB / PV / PC do B / PDT / REDE)

 

Site: https://rollemberg40.com.br/

Número na urna: 40

Bens declarados: R$930.152,75

Rodrigo Rollemberg busca a reeleição como governador do DF. É formado em História pela Universidade de Brasília (UnB) e iniciou a atividade política no movimento estudantil. É filiado ao PSB desde 1985.

Foi duas vezes deputado distrital (1995 a 1996 e de 1999 a 2002), secretário de Turismo (janeiro de 1996 a abril de 1998), secretário de Inclusão Social do Ministério de Ciência e Tecnologia (2004 a 2006), deputado federal (2007 a 2010) e senador (2011 a 2014).


Processos

Certidões do candidato anexadas ao registro de candidatura:

Seção Judiciária – Rollemberg

STF – Rollemberg

TCU – Rollemberg

TJDFT – Ações Criminais – Rollemberg

TRF 1 – Rollemberg

TSE 2 – Rollemeberg

TSE Rollemberg

 

Uma ação de improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público questiona a nomeação de servidores comissionados em detrimento da convocação de aprovados em concurso público para o o Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-DF). Neste processo, que tramita no Tribunal de Justiça do DF, se condenado, além de perder os direitos políticos, o governador terá de pagar multa de R$ 1,8 milhão, além do ressarcimento do dinheiro gasto com o pagamento dos servidores nomeados indevidamente.

A informação oficial que vem do Palácio do Buriti é de que o governador não poderia nomear novos servidores do Procon porque a Lei de Responsabilidade Fiscal o impedia de fazê-lo. “Tão logo o Governo do DF saiu do limite da LRF, as nomeações começaram a ser realizadas”, diz o secretário de Comunicação Paulo Fona, que informa ainda que os contratados nesta gestão já somam 39 no órgão.

Junto com os deputados Israel Batista (PV) e Agaciel Maia (PR) e dois secretários de Estado, Rollemberg foi denunciado também pelo Ministério Público por atos de improbidade administrativa na aprovação de leis de renúncia fiscal que não teriam atendido às previsões da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Segundo o MP, até o fim de 2015, o GDF aprovou renúncia de mais de R$ 480 milhões sem cumprir os requisitos legais para compensação do valor aos cofres públicos.

 

Acompanhe os processos: