Cristiano Araujo (PSD)

Naturalidade: Brasília (DF)

Profissão: Administrador de empresas

Telefones: (61) 3348-8150/8156

E-mails: dep.cristianoaraujo@cl.df.gov.br

Site do parlamentar: www.cristianoaraujo.com.br

Cristiano Araujo está no terceiro mandato parlamentar. Chegou à Câmara Legislativa pela primeira vez com pouco mais de 20 anos, como um dos administradores das empresas da família no ramo de vigilância e serviços gerais. Na última eleição teve 14.657 votos, eleito pelo PTB. Recentemente, migrou para o PSD, do deputado federal Rogério Rosso e do vice-governador Renato Santana. Apesar de o partido ter se assumido oposição, o distrital não rompeu com o governo.

No Legislativo, sempre defendeu o empresariado e esteve ao lado dos últimos governadores – José Roberto Arruda, Agnelo Queiroz e Rodrigo Rollemberg. A carreira política já foi abalada algumas vezes por denúncias de corrupção, nepotismo e favorecimento dos negócios da família.

Entre as leis aprovadas, estão a criação da política de bullying nas escolas do DF e a permissão de entrada em salas de cinema com lanche adquirido fora.


 

Processos

Cristiano responde a ação civil pública por atos de improbidade administrativa após a “Operação Drácon”, que denunciou um possível esquema de corrupção na Câmara Legislativa. Segundo a denúncia do Ministério Público, um grupo de deputados teria cobrado propina de empresas de saúde para aprovação de emenda parlamentar que destinou R$ 30 milhões a prestadoras de serviço de UTIs que aguardavam quitação de dívida do GDF.

O distrital é apontado como interlocutor e intermediário da propina que seria cobrada. No celular dele, foi encontrada uma planilha que detalhava os valores e datas, mas ele nega.

Cristiano também é réu pelo crime de fraude à licitação pública, em concorrência para a concessão de bolsas da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP). O caso foi descoberto em novembro de 2012 por meio da Operação Firewall, da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado. O esquema teria desviado mais de R$ 30 milhões do Programa DF Digital, da Secretaria de Ciência e Tecnologia, que ele comandou. O distrital nega as acusações.

Em maio de 2017, em um outro processo, a Justiça declarou a insolvência civil do distrital — uma espécie de “falência” da pessoa física — em razão de uma dívida de aproximadamente R$ 1,5 milhão. A ação iniciou-se com uma cobrança de um contrato de locação pela empresa Carvalho & Koffes Ltda em que o distrital era fiador de uma faculdade da família. Como os locatários não honraram o compromisso, a dívida terminou sob responsabilidade dele. Cristiano recorreu por não considerar justo pagar por algo que não deve.

Cristiano também respondeu a processo por improbidade administrativa, após denúncia de nepotismo. Ele foi condenado pelo Tribunal de Justiça em 2017, recorreu e acabou inocentado. A denúncia era de que ele cometeu nepotismo ao nomear a mulher de um tio como assessora, em 2015.

 

Acompanhe os processos:

0706061-14.2017.8.07.0018

INQ 2013 00 2 014216-0
0015065-15.2013.807.0000 (Res.65 – CNJ)

2015.01.1.040491-8