Erika Kokay (PT)

Nome completo: Erika Jucá Kokay

Naturalidade: Fortaleza (CE)

Profissão: bancária

Telefones: (61) 3215-5203 / 2203

E-mail: dep.erikakokay@camara.leg.br

Site: http://www.erikakokay.com.br/

Foi à frente do Sindicato dos Bancários e da Central Única dos Trabalhadores do DF (CUT-DF) que Erika Kokay tornou-se conhecida no DF. A primeira greve dos funcionários da Caixa Econômica Federal foi ela quem comandou, em 1985, quando a categoria conquistou a jornada de trabalho de seis horas por dia e o direito à sindicalização. A atuação dela como líder sindical a levou a ser eleita duas vezes a deputada distrital e duas vezes a federal pelo PT.

Eleita com 92.558 votos em 2014, ela tem pautado o segundo mandato na luta contra o que chama de ataques e retrocessos, capitaneados, principalmente, pelas bancadas religiosa fundamentalista, ruralista e repressiva encarceradora – que ela chama de “Bancada BBB – Bíblia, Boi e Bala”, graças a uma atuação integrada e conservadora.

Presidente do PT no Distrito Federal, Erika Kokay tem sido a única voz da capital federal legitimamente de esquerda no Congresso Nacional. E tem se posicionado, de forma combativa, contra o governo do presidente de Michel Temer e defendido os direitos das minorias. Foi a única, por exemplo, a se posicionar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Mesmo estando no segundo mandato como federal, nenhum projeto apresentado por Erika foi aprovado e virou lei.


 

Processos

Erika Kokay foi denunciada, no fim de 2017, pelo então procuradora-geral Raquel Dodge, por supostamente se apropriar de parte do salário de uma servidora do gabinete dela na Câmara Legislativa. O caso, ocorrido entre os anos 2006 e 2007 foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da PGR, que aponta o crime de peculato.

Na ação, Raquel Dodge pede a perda do mandato da deputada, além da devolução do dinheiro e do pagamento de indenização por dano moral no dobro do valor desviado, que seria de R$ 14,9 mil, com correção. A deputada petista justifica que, na verdade, os valores depositados pela servidora tratavam-se de “contribuições voluntárias” para o Partido dos Trabalhadores.

Antes, em 2016, Erika foi alvo de uma denúncia de outro PGR, o Rodrigo Janot, que levou ao STF uma ação pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Segundo a denúncia, ela teria participado de desvio de recursos públicos do Sindicato dos Bancários do DF. Ela diz, em defesa, que as acusações partiram de uma pessoa “desqualificada, feitas após a demissão de um servidor de meu gabinete por cometer violência doméstica”.

 

Acompanhe os processos: