Izalci Lucas (PSDB)

Naturalidade: Araújos (MG)

Profissão: contador

Telefones: (61) 3215-5602 / 2602

E-mail: dep.izalcilucas@camara.leg.br

Site: https://izalci.com.br/

Deputado federal no exercício do terceiro mandato, Izalci Lucas também preside o PSDB no DF. E enfrenta, atualmente, uma grande briga para manter o comando do partido, cujo diretório regional tem sido marcado por grandes disputas internas.

O tucano começou a vida política em 1998 e tem um mandato de deputado distrital e uma suplência no currículo. Em 2006, candidatou-se a deputado federal e angariou a primeira suplência. Foi só em 2010 que ele conseguiu, enfim, entrar no Congresso Nacional, tendo sido reeleito em 2014, com 71.937 votos.

Em duas oportunidades, foi secretário de Ciência e Tecnologia do DF. As bandeiras de tecnologia e educação sempre pautaram a atuação do parlamentar, que foi autor da lei que criou o cheque-educação, que, mais tarde, inspirou o Prouni, programa de bolsas universitárias do governo federal.

Como tucano militante, ele votou pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos, a favor da Reforma Trabalhista e pelo arquivamento da denúncia de corrupção passiva do presidente Michel Temer.


 

Processos

No Supremo Tribunal Federal (STF) tramitam pelo menos quatro ações em que Izalci é citado: ação penal por crimes contra a fé pública eleitoral e falsidade ideológica, em que é investigado por omissão de doação na prestação de contas da campanha eleitoral de 2006; e três processos que apuram crime de peculato e formação de quadrilha.

Em uma das ações de peculato, ele é apontado por supostamente constranger servidores do Programa de Inclusão Digital-DF para trabalharem como cabos eleitorais, quando ele era secretário de Ciência e Tecnologia.

Em 2016, o ministro Edson Fachin, do Supremo, autorizou a quebra dos sigilos fiscal e bancário do tucano relativo aos anos de 2009 a 2011. Um inquérito instaurado pelo Ministério Público Federal (MPF) investiga um suposto esquema de desvio de recursos públicos no Programa de Inclusão Digital, da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP-DF).

Em outra ação de peculato, o MPF denunciou o deputado federal por desviar, em proveito próprio e de terceiros, bens doados pela Receita Federal e pelo Tribunal de Contas da União à Secretaria de Ciência e Tecnologia entre 2009 e 2010, quando comandava a pasta. Conforme a denúncia, 20 computadores doados foram instalados em sala comercial onde funcionava o comitê de campanha eleitoral do parlamentar.

 

Acompanhe os processos:

AP 883 – AÇÃO PENAL  (Processo físico)

Inq 3671 – INQUÉRITO  (Processo físico)

Inq 4163 – INQUÉRITO  (Processo físico)

Inq 4161 – INQUÉRITO  (Processo físico)

Manifestação PGR 290671/2017