Renato Santana (PSD)

Nome completo: Renato Santana da Silva
Naturalidade: Brasília (DF)
Profissões: servidor público
Telefone: (61) 3961-4617 / 4662
Email: vice.governadoria@buriti.df.gov.br
Site: http://www.vice.df.gov.br/

Renato Santana começou a carreira política como assessor do deputado federal Rogério Rosso (PSD). Trabalhou nas administrações Regionais de Taguatinga e Ceilândia e, durante o mandato tampão de Rogério Rosso, em 2009, foi secretário de Governo.

Em 2014, o partido o preparava para a candidatura de distrital quando foi escolhido para ser vice-governador de Rodrigo Rollemberg e ganhou no colo o posto de número 2 do GDF.

É conhecido por estar sempre na rua, “com o povo”. Pregou que sairia do ar condicionado do Buriti e, em Ceilândia, onde ainda mora, é visto inclusive sozinho, várias vezes, cumprimentando as pessoas e colhendo depoimentos, como se estivesse em campanha constante, à moda antiga.

Em 2017, quando o PSD rompeu definitivamente com o governador Rodrigo Rollemberg, Santana foi um dos protagonistas, após críticas ao aumento de passagens do transporte público e exoneração do cargo de administrador de Vicente Pires.

Ele já tinha sido acusado pelo chefe do Executivo de participar de uma armação para desgastar a gestão e feito críticas à política de combate à dengue após uma parente morrer.

O vice-governador entrou na principal crise com Rollemberg em 2016, quando vazou um áudio dele em diálogo com a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, em que falaria sobre um suposto esquema de propina instalado no GDF.

 


Processos

Renato Santana responde a ação de improbidade administrativa, proposta pelo Ministério Público, em 2014. Ele é acusado pelos promotores de direcionar um processo licitatório para executar obras de recuperação de pavimentação nas CNMs 1 e 2 e na Avenida Hélio Prates, em Ceilândia, quando era servidor da Administração Regional.

O vice também responde a um processo de indenização por dano moral. A 11ª Vara Cível de Brasília negou o pedido de Marcelo Pereira da Silva, que pedia R$ 2 milhões por ter seu nome divulgado indevidamente como participante de suposto esquema de propinas por Santana.

 

Acompanhe os processos:

2014.01.1.097310-7

2016.01.1.075506-0

APC 2016 01 1 075506-0
0021286-06.2016.807.0001 (Res.65 – CNJ)

2015.01.1.138742-5