Rogério Rosso (PSD)

Nome completo: Rogério Schumann Rosso

Naturalidade: Rio de Janeiro (RJ)

Profissões: advogado e músico

Telefone: (61) 3215-5283 / 2283

Email: dep.rogeriorosso@camara.leg.br

Site: http://rogeriorosso.com.br/

Estreante na Câmara dos Deputados, Rogério Rosso já foi até governador do DF. Ele assumiu um mandato-tampão, durante oito meses, logo após a prisão do então chefe do Executivo, José Roberto Arruda, após a deflagração da Operação Caixa de Pandora.

Dirigente do recém-fundado PSD no DF, ele foi eleito com 93.653 votos em 2014. Em 2006, foi derrotado nas urnas e ficou como primeiro suplente do PMDB, mas não chegou a assumir.

Antes disso, foi secretário de Desenvolvimento Econômico e administrador regional de Ceilândia no governo Joaquim Roriz. Foi na gestão dele que o Ceilambódromo foi criado. Na gestão Arruda, foi presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), que esteve associada ao esquema de distribuição de propina da Pandora.

Na campanha de 2014, ele indicou o vice-governador Renato Santana na chapa vitoriosa do governador Rodrigo Rollemberg, de quem deixou de ser aliado em 2017. Na Câmara dos Deputados, ganhou os holofotes quando assumiu a presidência da Comissão Especial do Impeachment da Presidente Dilma Rousseff, em 2016.

Votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos e da Reforma Trabalhista; e também pelo arquivamento da denúncia de corrupção passiva do presidente Michel Temer. Ele chegou a se candidatar à Presidência da Câmara dos Deputados quando Eduardo Cunha renunciou, mas acabou sendo derrotado pelo deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) na disputa.

Foi casado, até 2017, com Karina Curi Rosso, que é a filha de Roberto Curi, dono da rede Curinga dos Pneus e um dos empresários mais ricos de Brasília. De R$ 1,4 milhão arrecadado por ele na campanha de 2014, R$ 1,2 milhão foi doado pelas empresas de Roberto Curi. Agora, que está separado da mulher, o baixista, tecladista e guitarrista deve ter considerável dificuldade em arrecadar para a próxima campanha.


 

Processos

Investigado por peculato, captação ilícita de votos e corrupção eleitoral, cujo inquérito ainda tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), Rosso é acusado de ter colocado servidores nomeados pelo Governo do Distrito Federal para trabalhar na campanha da deputada distrital Liliane Roriz, prestando serviços no comitê eleitoral. Os dois negam as acusações que surgiram na época que ele ainda era o governador do DF.

 

Acompanhe os processos:

Inq 4277 – INQUÉRITO  (Processo físico)