Sandra Faraj (PR)

Nome completo: Sandra Faraj Cavalcante

Naturalidade: Taguatinga (DF)

Profissão: Administradora de empresas

Telefone: 3348-8182 a 8186

E-mails: contato@deputadasandrafaraj.com.br

Site do parlamentar: www.deputadasandrafaraj.com.br

Eleita em 2014 para o seu primeiro mandato parlamentar, Sandra Faraj teve 20.269. Escolhida pelos evangélicos do Ministério da Fé, igreja fundada pelo irmão dela, Fadi Faraj. A deputada também foi administradora do Lago Norte, durante o governo Agnelo Queiroz.

Da bancada evangélica, foi eleita para Primeira Secretaria da Mesa Diretora em 2017. Respondeu a processo por quebra de decoro parlamentar em relação à verba indenizatória, mas acabou absolvida pelos colegas da Comissão de Ética e manteve o mandato. Ela foi acusada pela empresa Netpub de receber o valor relacionado às notas fiscais e não pagar o serviço. Recentemente, foi expulsa do Solidariedade (SD).

Sandra é autora de 23 leis, com destaque para os textos que criaram o Dia da Proclamação do Evangelho e o Atestado Médico Digital, além da norma que estabeleceu diretrizes para políticas públicas específicas para a primeira infância (de 0 a 6 anos) e a lei que determinou a inclusão de sistema cicloviário (ciclofaixas e ciclovias) em todos os projetos de construção ou revitalização de rodovias no DF.


Processos

Sandra Faraj responde a processo por improbidade administrativa, em ação proposta pelo Ministério Público após a Operação Heméra e, além da distrital, também é alvo o irmão dela, Fadi. Os dois são suspeitos de comandar esquema de corrupção envolvendo cobrança de um terço do salário de servidores comissionados que nomearam para cargos na CLDF, Secretaria de Justiça e Administração de Taguatinga.

Além disso, Sandra Faraj é suspeita de fraudar notas fiscais e assinaturas para recebimento de reembolso no valor de R$ 150 mil junto à CLDF referentes à prestação de serviços de publicidade e informática, mas que não teriam sido pagos pela parlamentar à empresa Netpub Ltda.

Segundo o MP, eles ainda teriam coagido testemunhas. A deputada nega. Em outubro de 2017, Sandra teve os bens bloqueados em R$ 142 mil, mas em janeiro de 2018, ganhou um recurso e conseguiu a liberação.

Acompanhe os processos:

07115390320178070018