Telma Rufino (Pros)

Telma Rufino

Nome completo: Telma Rufino Alves

Naturalidade: Brasília (DF)

Profissão: Administradora / Gestora pública

Telefone:  (61) 3348-8080

E-mails: telmarufino@hotmail.com

Site do parlamentar: www.telmarufinoofiicial.com.br

Telma foi eleita pelo PPL com 11.364 votos, majoritariamente em Águas Claras, na região de Arniqueiras. Expulsa do partido, em 2015, ela ficou um ano sem filiação e migrou recentemente para o Pros.

Conhecida por não ter papas na língua e dar broncas nos colegas nas sessões plenárias, a deputada enfrentou problemas de saúde nos dois últimos anos e algumas denúncias na Justiça.


Processos:

Na Justiça Federal, Telma Rufino foi condenada, em 2017, em ação civil pública por improbidade administrativa. A decisão foi da 15ª Vara Federal do DF. Ela recorreu e aguarda novas decisões. A distrital é acusada de autorizar 700 construções particulares no Setor Arniqueiras, quando era gerente da Administração Regional de Águas Claras, contrariando decisão anterior da Justiça.

A sentença estabeleceu quatro penalidades para Telma Rufino: perda do cargo público que ocupa, suspensão dos direitos políticos por cinco anos, pagamento de multa civil de R$ 1 milhão e proibição de contratar com o poder público por três anos. A deputada alega que a interpretação foi errada da Justiça e a decisão, desproporcional.

Em 2017, a parlamentar também foi acusada pelo Ministério Público de falsificar documento público. De acordo com a denúncia, foram forjados históricos escolares, certificados de graduação e pós-graduação em gestão de políticas públicas e sociais da Faculdade de Ciências, Educação e Tecnologia Darwin (Faceted), no Areal, entre julho de 2013 e abril de 2015.

A denúncia do Ministério Público é com base nas investigações da Polícia Civil no âmbito da Operação Trick, deflagrada em abril de 2015. Segundo o MP, em troca dos diplomas, a deputada teria conseguido a nomeação de um dos integrantes do esquema de falsificação para um cargo no GDF, na época do então governador Agnelo Queiroz. O Conselho Especial do Tribunal de Justiça julgará o caso.

Acompanhe os processos:

0062852-94.2011.4.01.3400

0072562-51.2014.4.01.0000

APN 2017 00 2 020439-7
0021300-56.2017.807.0000 (Res.65 – CNJ)